segunda-feira, 6 de junho de 2011


Guardei estes versos rabiscados para você pois, apesar de não saber onde você esteve todo esse tempo, eu sabia que você viria. E veio. Veio para ficar e cintilar os meus dias, trazendo no sorriso e nos simples gestos toda a recompensa para todo esse tempo em que eu te esperei aqui. Eu sinto que tinha que ser assim. Toda a espera se traduziu na beleza que me faz te levar comigo onde quer que eu vá. Eu chamo isso de AMOR. Eu não acredito em destino, mas acredito em nós dois e na magia dos laços que nos unem e em tudo que eu ainda não sei dizer. O que sei é que eu esperaria uma eternidade a mais só pra ter você aqui sempre que meu coração não achar respostas para tudo que eu gostaria de saber. Deus me deu você e nos ensinou o dom de amar. Que bom que eu posso compartilhar tudo isso contigo!

Autoria: Marílya Caroline

"Às vezes me lembro dele...


...sem rancor, sem saudade, sem tristeza. Sem nenhum sentimento especial a não ser a certeza de que, afinal, o tempo passou. Nunca mais o vi, depois que foi embora. Nunca nos escrevemos. Não havia mesmo o que dizer. Ou havia? Ah, como não sei responder as minhas próprias perguntas! É possível que, no fundo, sempre restem algumas coisas para serem ditas. É possível também que o afastamento total só aconteça quando não mais restam essas coisas e a gente continua a buscar, a investigar — e, principalmente, a fingir. Fingir que encontra. Acho que, se tornasse a vê-lo, custaria a reconhecê-lo.”

[Caio F. Abreu]

Para te ofertar...


É incrível como, mesmo depois de tanto tempo, você ainda consegue me deixar sem graça com esse teu jeito de me olhar como quem não quer nada. Você é a única pessoa que me desmonta em silêncio e que mexe com todos os meus sentidos de uma forma singular. Isso é amor, amor puro. E eu venho alimentando e cultivando este sentimento para te entregar, para te ofertar quando ele estiver maduro ou quando eu conseguir falar de você sem chorar pelo que fomos e, principalmente, pelo que não fomos...

(M.C.)




(M.C.)