sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Seja exemplo!


Tomara que nós possamos ser sinceros, uns com os outros. Que saibamos dar aquilo que gostaríamos de receber e que a honestidade, com nossos princípios e sentimentos, possa ser mais forte do que essa mania, quase contagiosa, que temos de não pensar no outro. Que eu ofereça a minha verdade, mesmo sabendo que, nesse mundo louco, vale mais quem é de mentira.

(Marílya Caroline)

Você


Encontrar você é ter certeza de que, uma hora ou outra, a gente agarra a chance de ser feliz. E merece! Você me parece um anúncio de Deus para que eu acredite que as coisas podem dar certo, mesmo que mil ventos contrários me façam ter medo de apostar em alguma coisa. Acredito que você também tem. Meio sem jeito, definir você me parece um convite a entender que você é a prova de que o que tem de ser tem muita força. Você é a ação do tempo, generoso e eficiente, pra me mostrar que pode ter chegado a hora. É hora de dizer sim pra todas as nossas verdades e pra tudo isso que, há muito tempo, guardei comigo. Você deve saber que existem mil outras mulheres. Você deve ter encontrado mil defeitos em mim. Você deve ter dúvidas, bagagens e lembranças. Você deve saber que o mundo tem mil outras ofertas. Mas você também deve saber que não há nada melhor do que saber que existe um alguém que gosta de você como você é. Existe alguém que não precisa de palavras ensaiadas, gestos automáticos ou de um personagem qualquer. Você deve saber que, entre tantas, existe alguém que se preocupa com você. Que, pela manhã, deseja que o teu dia seja bom. Existe alguém que chega pra dar sentido a tudo aquilo que, até pouco tempo, passava despercebido. Existe alguém pra fazer valer as coisas simples. Existe alguém pra dividir problemas e sorrisos. Existe alguém pra te abraçar, sem dizer nada. Existe alguém em quem você pode confiar, sem medo. Existe alguém pra te fazer ver beleza nas coisas simples e refúgio nos dias difíceis. Existe alguém pra ser ombro amigo e cólo acolhedor. `Pra ser tua amiga e tua mulher. Existe alguém pra te fazer entender porque ficar com todas as outras pode ser em vão. Existe alguém pra gostar de você. E eu espero que você saiba reconhecer. E eu espero que esse alguém seja você.

(Marílya Caroline)

segunda-feira, 26 de agosto de 2013


As aulas voltaram com tudo e, com elas, as obrigações. Dedicação total à Psicologia e, consequentemente, uma pausa por aqui. Até breve, meninas! Prometo não desaparecer...

terça-feira, 20 de agosto de 2013

Quando tudo acaba


Nunca vou saber responder onde a gente deixou de funcionar. Aliás, nunca vou querer saber disso. Guardei as coisas boas de nós dois e ponto. Acho que ficamos estacionados em algum ponto da "relação" em que não deu mais pra levar com a barriga. Nos perdemos ou simplesmente esquecemos de nos fazer presentes nisso de deixar pra amanhã o que tinha urgência de ser feito hoje. Nunca fui de cobrar presença, encenar crises de ciúme ou coisa do tipo. Talvez também não seja o tipo de mulher que você procura por você nem saber o que é exatamente isso, mas tudo bem. Deixei de achar que responder nossas interrogações é mais importante do que buscar minhas certezas e, meu bem, você nunca foi uma. Isso de amor transitório e inconsistente quebra as minhas pernas. Eu tava apostando diferente, me permitindo mais, mas me boicotando toda vez que eu tentava descobrir o nosso prazo de validade. Confesso que pensei que fosse durar mais. Aliás, quis e fiz de tudo para que durasse mais, mas a vida tem mesmo dessas coisas. A nossa é cheia de desencontros e você acaba de proporcionar mais um. Não vou refazer caminhos, inventar desculpas ou te pedir pra ficar. Não vou fazer do hábito um motivo pra prolongar tua estadia na minha vida, se já não parece conveniente pra você. Eu só vou te dizer que foi bom. Foi bom porque, além de mais mulher, eu tô mais vivida. Tô mais certa de que posso me perder de tudo, menos de mim e, ficar por ficar, acaba me afastando disso. Eu não me reconheceria se continuasse permitindo você fazer parte da minha rotina por ter medo de não conseguir mais viver sem isso. Seria como se eu admitisse que conhecer você foi dar mil passos pra trás e eu não quero que seja assim. Quero falar de você e não guardar mágoas. Daqui a um tempo, quando essa confusão passar, poder te olhar nos olhos e perguntar se você está bem, sem me importar em saber o motivo da resposta, caso você diga que vai tudo muito bem, obrigada. Eu quero me livrar das nossas manias e te aceitar como tu és, mesmo que isso seja encarar, pela primeira vez, a certeza de que a resposta é tudo, menos "meu". Minha e cada vez mais minha sou eu! Passe a limpo a história de nós dois, arranje um outro alguém pra ouvir tuas histórias e ocupar teu tempo. Refaça os planos que nós rascunhamos com um outro alguém, mas nunca esqueça de se cuidar. Nunca esqueça de fazer por você o que eu aprendi a fazer por mim, depois me esqueça. Decore outro número e outro perfume. Arranje outro hábito e conheça outro corpo. Farei o mesmo. Repetirei o mantra que eu aprendi e me esvaziarei de você até que isso não seja mais do que uma lembrança boa. Uma certeza bonita de que eu não posso dizer que não deu certo. Deu certo enquanto tinha que dar, mas o que não tem começo, olha só... Acabou.

(Marílya Caroline)

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Tudo que eu fiz, faço, farei, mas nunca deveria ter feito por você


Eu vou repetir a ladainha de que a gente não dá certo e ensaiar umas mil tentativas de mostrar pra mim mesma que não adianta. Vou xingar teu jeito relapso, reclamar das tuas faltas e te culpar por tanta falta de atenção, como se eu não soubesse que isso não vai adiantar nada. Vou odiar essa tua moleza e a insistência em não ver o óbvio. Vou te pedir, silenciosamente, pra você não me perder por completo e ver você fingir que não entendeu. Vou perder meu tempo contigo, como se o mundo não fosse mais do que nós dois e ponto. Vou repetir a nossa história torta pra todos os meus amigos e ver meus olhos brilhando em vão. Vou te ver melhor do que tu és e me aceitar mais tola do que já sou. Vou refazer o caminho de sempre e te dizer, com indiretas, que tem outro alguém a fim de mim, só pra te ver não fazer nada. Vou te cobrar o impossível e mendigar carinho até o último vestígio de vergonha na cara desaparecer. Vou esticar a nossa corda e prolongar o que não tem futuro. Vou inventar frases com "nós" e te ver insistir no teu "eu" egoísta. Vou parar de sair com as amigas e procurar você em todo mundo que eu conhecer. Vou ser ingênua, insistente e até mesmo cega, pra não te perder pra mim mesma. Vou fazer de conta que isso me basta e fingir uma felicidade que eu não sinto. Vou te dividir com o Mundo e me entregar, transbordando, pra você. Vou te pedir pra ficar e te ver indo embora, a cada gole de bebida e em cada fds de saídas. Vou te ver com outras e me permitir pensar que são apenas amigas. Vou estar do teu lado não contar com você, quando eu precisar. Vou te chamar de "meu" sem que você seja. Vou te fazer juras de amor através de gestos e não ter respostas. Vou entrar em becos sem saída e embarcar numa canoa furada. Vou te dar meu coração e me contentar só com teu corpo. Vou te apresentar pra família e acreditar que você é mais homem do que é. Vou mentir pra mim e enganar o mundo. Vou andar de mãos dadas contigo e te ver querendo escapar. Vou correr atrás de você, pedindo pra você ficar. Vou te ouvir dizer "Desculpa, o problema não é contigo. Mas não dá"... E, ainda assim, vou querer me enganar.

(Marílya Caroline)

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Esvaziar-se


O ruim de tudo isso é a gente não saber como se esvaziar por não saber como fazer isso sem estar plenamente cheia. Se esvaziar de um nós que não existe ou de você, que não comparece? Isso de ter poucas coisas pra contar e tantas outras pra remoer acaba com a gente, aos poucos. Vai moldando músicas à nossa história e fazendo com que eu busque, a cada esquina, algo ou alguém parecido com você. É complicado não ter rumo, mesmo que isso nunca tenha importado pra mim. Com você eu acho até divertido ir à padaria, fazer planos à dois e todas essas coisas que sempre me pareceram tolas ou banais. Parei de julgar os abraços em público e quem chora em comédia romântica no dia em que eu me vi fazendo isso sem culpa e, aparentemente, sem motivo. Você é o cara que deveria ter vindo pra simplificar toda essa vida de busca idiota, mas só veio me mostrar que eu sou mesmo assim: difícil de escolher e você difícil de ser escolhido. Pra falar a verdade, não é mais questão de escolha. Você é a minha sentença. Agora me diz como se esvazia disso.

(Marílya Caroline)

quarta-feira, 31 de julho de 2013

Ele é só mais um cara banal


Ele não é nada além de um tipo qualquer, desses que tem manias esquisitas e medos não curados. Não é o último homem do planeta, nem o mais interessante deles. Ele é apenas aquele carinha disponível, cujo número de celular é o primeiro que a gente pensa quando acha que precisa ouvir a voz de alguém. Ele é o automático que a sua mente insiste em achar que é necessidade. É desses que mentem bem e sabem disfarçar as puladas de cerca. É desses que coloca uma desculpa onde você merecia uma presença. É o dono das palavras ensaiadas, dos gestos previsíveis e das desculpas esfarrapadas. É o tipo "nude" da cartela de cores que o Mundo pode te ofertar. Ele não é o único que pode te fazer feliz, nem tem sido tão empenhado na tarefa de fazer, enquanto estiver contigo. É o dono das mãos escorregadias e do olhar fugitivo. É quem diz que gosta de você e faz pouco para você acreditar que realmente gosta. É aquele que não cuida para que você não vá embora, mas vive dizendo que tem medo de te perder. É o cara que não faria falta se você tivesse outro passatempo, mas o primeiro que você pensa quando não tem nada pra fazer. É o motivo da tuas dúvidas e quem rega as tuas incertezas. É o típico cara acomodado, que se satisfaz com pouco e acha que você também se deixa preencher com o que ele tem pra dar. É o primeiro nome do chat do facebook e o dono do teu "boa noite" e do primeiro "bom dia". É em quem você pensa quando acha que fez errado por se permitir olhar além da cerca em que você mesmo se prendeu. Ele nunca esteve dentro da sua! É ele quem não pergunta se você está bem, quando você espera isso de alguém. É quem não entende sua TPM e não te dá um abraço oportuno. É um cara como outro qualquer, que você elegeu, sem ao menos saber porquê, para fazer parecer que os outros não tem graça. Ele é o dono da venda que você ajudou a colocar em seus olhos. É o desatento que finge uma presença que não te basta. É quem oferta pouco e não merece teus excessos, nem tua devoção. É o tipo de cara que, certamente, não pensa em você com a mesma força e frequência que você o vê em todo tipo de diversão que te convide a sair do casulo. Ele não é o mais especial, nem te faz se sentir assim. É apenas o tapa-buraco da tua carência e o lugar mais cômodo para você depositar tuas fraquezas, bem ao lado da insegurança. É o maquiador das tuas necessidades e para quem você sempre volta, sem ter completado o ciclo. É o dono das tuas primeiras experiências e aquele que você acha, inutilmente, ser o único que irá te satisfazer plenamente. Ele é só um cara como outro qualquer, que tem amigos vazios e uma personalidade influenciável. É do tipo que não assume nada sem pensar, mil vezes, no que passou. É do tipo que pede a opinião dos amigos pra tudo, mas parece não se lixar pra sua. É do tipo que vive preso ao passado, não sabe dar intensidade ao presente e raramente aposta no futuro. É quem ainda não percebeu que pode ser e dar mais do que tem dado. Ele não é o único, nem o detentor de mais qualidades. Não é o tipo de cara que te convence de ser o melhor pra você, mas aquele que você acha que pode fazer um bem que você se nega a receber dos outros. Ele é o cara que, talvez, nunca tenha parado pra pensar na importância que você tem pra ele, mas quem, certamente, sabe da que tem pra você. É o menino que aprendeu a jogar vídeo-game, mas não aprendeu a ganhar na vida. É do tipo que procura uma mãe em toda mulher que conhece. É cheio de vícios e antes fossem cigarro e bebida. É condicionado à modinha dos envolvimentos rasos e das poucas certezas. É quem, talvez, não seja melhor pra você por não ter aprendido a fazer isso por ele. É um cara cheio de medos, disfarçados pela aparência. É quem se esconde atrás de mulher que tem os mesmos medos que ele, mas que ele sabe que não preenche... Também não faz feliz. Ele não é o primeiro homem que você conhece e, se você não se deixar cegar, também não será o último. Ele não é mais foda, nem o melhor, em comparação aos outros. Também não é merecedor de todas essas dúvidas que você mesmo plantou e rega.  Ele não sabe te fazer completa. É apenas uma vírgula, que você  insiste em ver como ponto final. Eu sinto te dizer, mas ele é apenas um cara banal.

(Marílya Caroline)

sexta-feira, 26 de julho de 2013

Metáfora de nós dois


Naquele dia, me convidaram para ir à um lugar que eu sempre tive vontade de conhecer e eu fui. Inicialmente, pensei se não seria melhor recusar. Dizer não é mais fácil do que arrumar malas e repetir o ritual de conferir mil vezes se fechei mesmo as portas e apaguei todas as luzes. Resolvi aceitar num daqueles meus impulsos loucos (aqueles que sempre me rendem algum arrependimento posterior), pautados na esperança de me ver livre do tédio, ao mesmo tempo que eu reconhecia já ter me moldado a ele. Aceitei sair pelo mundo, mas pensei milhares de vezes em voltar. Ver o meu cantinho se distanciar, à medida que eu avançava em direção ao novo me dava uma sensação de que eu não saberia voltar e eu nunca me preocupei com isso. O comodismo arruma sempre um jeito de nos fazer impotentes e, mesmo sabendo disso, eu ainda pensei em pedir pro taxista voltar. Pouco a pouco, fui esquecendo e deixando a neura pra lá. Chegar naquele quarto imenso, me deparar com toda aquela mordomia e a paisagem do lugar me roubou, por alguns dias, a saudade do meu pequeno lar. Enchi os olhos, distrai a mente e ocupei os ouvidos. Tentei arrumar as almofadas, alinhar os quadros e perfumar o ambiente. À noite, parecia mais frio do que meu quarto. Durante o dia, a claridade me impedia de repousar. Estranho perceber que eu sempre tive uma vida itinerante e o sonho de desbravar o Mundo mas, ultimamente pensava, a todo instante, em quando iria voltar. Usei essa analogia pra falar da gente. De alguma forma, não atribuir nomes ou personagens pra estas linhas tornou mais fácil falar da gente e te dizer que, em todas as vezes que eu fugi, foi pensando em voltar. Foi sabendo que você estaria lá. Posso procurar abrigo e calor em outros braços, mas é como ter que dar cor e forma a um lugar que não tem a nossa cara. Mais fácil é seguir a velha estrada e voltar pra casa. Melhor é não ter trabalho de arrumar ou bagunçar algo do zero, se você sabe que tem um lugar pra voltar e ver tudo como você deixou. Na verdade, não é melhor, nem mais vantajoso. É só mais fácil. A gente chama de zona de conforto o lugar onde a gente molda nossa covardia, nosso medo e toda a insegurança que couber nesse espaço que a gente cria pra se refugiar de nós mesmos. A gente chama de hábito o lugar onde a gente afoga todas as possibilidades de conhecer o novo. De certa forma, se privar do Mundo ou sair pensando em voltar pra casa é se afogar num reservatório em que você tem a zona de conforto e o comodismo sufocando a vontade/necessidade do novo. Não é que não gostemos de novidade, é que tomamos a forma do velho e acreditamos que tudo está bem como está. É baseado nisso o meu medo de ir embora. É medo de voltar e não encontrar a casa fechada, os móveis alinhados e a bagunça "organizada". Não é que eu tema não mais te encontrar. Eu tenho medo (e preguiça) de recomeçar. Por isso eu bato a porta, refaço as malas e volto, sempre pro mesmo lugar.

(Marílya Caroline)

quarta-feira, 24 de julho de 2013


O outro não tem a obrigação de ser a metade que lhe completa. Deixe que ele seja o inteiro que te acrescenta.

(Marílya Caroline)

Espaço externo: Balada: diversão ou duelo de egos?


Mais que uma pergunta, um dilema. Após várias saídas desastrosas, você, mais uma vez, se predispõe a sair e tentar conhecer alguém, porém você não faz o tipo de pessoa que acha que o termo quantitativo supre o qualitativo.

Primeiramente, você chega à balada e observa que metade das mulheres estão com um vestido que parece uma toalha enrolada ao corpo, já a outra metade está com uma regata branca, um casaquinho de couro, saia alta, uma bolsa transversal e o insistente 212, mas até aí tudo bem, pois o uniforme faz parte.

Não muito distante disso, você vê alguns homens com uma camisa polo com “número 43” nas costas, barriga saliente e com as mulheres mais bonitas da festa. Alguns gastando dinheiro que não tem, outros gastando por gastar e outros como eu, agora, pensando em como funciona tudo isso…

Nesse instante, por algum motivo, você se sente diferente daquelas pessoas.

Culturalmente instruídos a sempre segurar um copo na mão, seguimos o nosso caminho em busca de algo que, no fundo, não sabemos se realmente faz sentido.

Alguns caras querendo se divertir e outros numa disputa inútil para ver quem é o mais frouxo. Frouxo simplesmente por não conseguir pegar uma mulher só com o papo, por não saber jogar esse jogo de homem pra homem, mas novamente até aí tudo bem, pois cada um usa as armas que tem.

Em meio a tudo isso, me pergunto: onde está a conquista? Cadê o charme, o ato de arrancar um sorriso sincero, de você ficar com a mulher por ter falado a coisa certa na hora certa, sem sensacionalismo? Só acho que as coisas estão perdendo um pouco da graça.

Então, depois de consecutivas experiências dessas, você acaba vendo que o mundo de balada é muito limitado e o mais importante: que o que você tanto procura não está e nem estará ali. De forma alguma estou dizendo que não gosto de balada ou que balada é algo de pessoas “vazias”, mas infelizmente, na maioria das vezes, é isso que eu vejo: mulheres que só querem levantar seu ego e homens que acham que baixar um litro de bebida lhe faz ser o macho “alpha “da festa.

Cada vez mais, as pessoas têm a necessidade de mostrar ser uma coisa que não são e, principalmente, terem seu ego exaltado, agora só falta elas perceberem que isso não leva a lugar nenhum.

Chegamos num ponto chave da sociedade, onde máscaras valem mais do que expressões, garrafas de bebida em cima da mesa valem mais do que apertos de mão e companhias falsas valem mais do que uma conversa sincera com a menina menos atraente da festa.

Por fim, entenda que você pode ser uma pessoa super charmosa, educada, inteligente ou qualquer outro adjetivo, mas, se a outra pessoa não for equivalente, ela não irá perceber o quão valiosa você é.
 


(Frederico Elboni)